A oeste nada de novo

Na Assembleia da República assiste-se a mais um debate quinzenal. Nada de novo. Os mesmos argumentos retóricos repetidos uma e outra vez. O discurso pincelado com as palavras de ordem decidido por especialistas de marketing. 

 

No momento em que a alternativa se transformou em alternância iniciou-se a decadência da democracia, a morte acontece no momento que se decide que não há alternativas, que só há um caminho.

 

"...arranging and rearranging was Decadence, but the exhaustion of all possible permutations and combinations was death”

publicado por CRG às 15:45 | link do post | comentar