Acima de tudo coerência

 

1 - O economista Eduardo Catroga sustenta que face ao actual momento de crise financeira Portugal perdeu uma "oportunidade histórica" de reduzir salários nos sectores público e privado, defendendo um corte médio de 10% nos vencimentos.

"O que eu diria é que haveria uma redução salarial e pagava o 13º e 14º mês em obrigações do Tesouro (...) Mas não aumentava os impostos", disse Eduardo Catroga, durante uma tertúlia no Casino da Figueira da Foz.

 

 

 

2- Eduardo Catroga terá uma remuneração anual de quase 639 mil euros caso seja eleito presidente do Conselho Geral e de Supervisão eléctrica portuguesa na assembleia geral de 20 de Fevereiro. O Correio da Manhã cita o relatório sobre o governo da sociedade, com os valores ganhos pelo seu antecessor, António de Almeida. O ordenado será de 45 mil euros por mês, que acumulará com uma pensão de mais de 9600 euros.


 

Questionado pelo jornal, Catroga desvaloriza: “50% do que eu ganho vai para impostos. Quanto mais ganhar, maior é a receita do Estado com o pagamento dos meus impostos, e isso tem um efeito redistributivo para as políticas sociais”.


 

Sobre a pensão da Caixa Geral de Aposentações, Catroga frisou que descontou “40 anos para o sector privado e 20 para o sector público”.

 

 

tags:
publicado por CRG às 14:57 | link do post | comentar